quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Elohim - A fuga pelo suicídio - Parte 01


Quero compartilhar com vocês um dos capítulos de Vida Plena, no qual os Elohim abordam o assunto "suicídio". Fechamos o Setembro Amarelo com esta mensagem mais que perfeita. 
Segue abaixo a primeira parte da "Jornada 12 - A fuga pelo suicídio". 

Pergunta: Muitas são as pessoas que tomam a atitude de encerrar a própria vida através do suicídio. Esse índice é bem grande e parece que aumenta cada vez mais. São muitos os fatores que levam uma pessoa a terminar sua encarnação de maneira proposital. Por isso, meu pedido é que vocês, a partir dessa perspectiva tão positiva e ampla, ajudassem àqueles que porventura nutram o desejo de suicídio e a todos nós, com orientações de como precisamos nos comportar perante esse fato.

Elohim: Suave é a canção do amor e serena a sua melodia. E felizes são todos os que conseguem se harmonizar com o seu compasso. Felizes são as pessoas que escolhem por viver pautadas nos princípios profundamente positivos do amor e dele, não saem, porque decidiram por ele viver.

Somos os Elohim da Criação e estamos próximos de vocês neste momento, acompanhando vossa vida e estamos presentes em cada instante dela, pois somos o seu próprio pulsar que direciona a vocês ondas de estímulo e desejo involuntário por viver. Sabem aquele instintivo desejo de viver e viver eternamente o melhor de tudo? Nós somos esse desejo e é através dele que nos manifestamos a vocês mais intimamente.

Para nós só existe a vida, o bom e o belo. Mas não porque descartamos a existência das coisas que vocês conhecem bem e que classificam emocionalmente como sendo ruins. Vemos assim porque enxergamos muito mais a conclusão de cada coisa, do que os próprios fatos que a compõem. Pois os fatos nada mais são do que o seu desenrolar conforme as vibrações envolvidas na equação de cada experiência. As vibrações envolvidas numa situação definem como ela fluirá, por quais caminhos percorrerá e quais os elementos e formas diferentes se farão presentes em cada passo dela.

Por isso, escolhemos olhar para frente e observar onde isso vai dar, no final das contas. Não nos apegamos a momentos, e sim, aos resultados. E todos eles são bons. Entretanto, não queremos dizer aqui que não nos importamos com aquilo que acontece a cada Ser e que somos indiferentes às suas experiências. Apenas enxergamos mais do que a emoção do momento, enxergamos mais do que a situação que porventura estejam vivenciando.

É como uma pessoa que cai de um prédio. A visão que teríamos dessa situação é muito diferente daquela que quem está caindo, tem. Quem cai, pensa (se é que consegue) que sua vida acabou, que seus sonhos, tudo será destruído junto com a morte de seu corpo físico assim que o mesmo se chocar contra o chão. Ele se sente profundamente desesperado e seu instinto de sobrevivência grita em seu interior tentando lutar para preservar sua vida naquele momento.

E sabemos que assim também, todos vocês veriam essa mesma situação. No entanto, nós não. Mas não é porque desprezamos o sofrimento daquele que está caindo do prédio e indo em direção ao fim de seu encarne atual. Não é porque não consideramos ou validamos seus sonhos, projetos e tudo o que gostaria de fazer ainda e que, tal fato, o impedirá de realizar, pelo menos naquele ciclo. Não é porque não nos importamos com o sofrimento de seus familiares quando descobrirem o que houve.

Nós temos uma visão diferente. E vemos assim porque sabemos que ao cair no chão, de cima do prédio, vira-se uma página da história do sujeito, mas não se fecha o livro inteiro. Há outra parte da história assim que a página é virada. E se pudéssemos dizer algo para quem está caindo de um prédio seria o seguinte: Isso está perto do fim e daqui a poucos instantes não restará mais nada de seu desespero neste momento. E isso será apenas como um sonho ruim, do qual você finalmente acordou.

Aquele momento será como um breve sonho, mas a vida ainda permanece, porque não há como ela findar. Algo que é eterno sempre se estenderá adiante, é como uma estrada que é construída à medida que pisam nela, vocês dão dois passos e a vida constrói mais dois metros de chão... E assim acontece, sucessivamente e para sempre. Isso não acaba.

Por isso não nos deixamos envolver emocionalmente por um episódio apenas, sabendo que ainda existem infinitos capítulos daquele conto a serem lidos e experienciados. Contudo, sabemos que para vocês é diferente e compreendemos vossa visão, com base na posição física na qual se encontram agora. Vocês apreciam a vida por outro ângulo. 

E este ângulo é bastante funcional para que façam desta experiência algo marcante e realizador. Porque se tivessem, na condição em que se encontram, a mesma visão e comportamento que temos acerca de tudo, seria bem provável que não fariam o mesmo pela própria vida que o instinto de garantir a sobrevivência e o desejo pela continuidade e o amanhã melhor vos provoca a fazerem. E apreciamos, pois tudo funciona perfeitamente bem dentro do arranjo no qual se encontra em cada momento.

Uma formiga não pode viver com a mesma ânsia de vocês, pois seus objetivos, dentro de sua perspectiva de realidade, são outros. Assim como um leão não pode viver com o mesmo entusiasmo que um ser humano quando vai ao salão de beleza, pois toda força que seu corpo possui precisa ser cuidadosamente usada para satisfazer as demandas que seu ambiente lhe impõe constantemente.

Ele precisa se preocupar muito mais com as zebras e suas outras presas do que com o fato de sua juba estar ou não penteada. Porque ele não acha zebras nas bandejas em supermercados, na savana. Vocês compreendem isso? Já vocês, humanos, não estão voltados às zebras, gnus e antílopes, nem com hienas ou predadores e rivais, estão em outro contexto. Portanto, usam cada sentido de vosso senso de sobrevivência para cumprir outras demandas e prioridades. E assim, naturalmente, elas vão mudando, conforme evoluem.

Isso é perfeito. E quando falamos de nós, nenhuma dessas demandas importam mais, temos outras, que com certeza não se encaixariam em vossa visão de vida agora. E nem falaremos delas, pois soariam a vocês como chatas; cansativas. Vocês precisam dormir e isso, além de um prazer, é uma necessidade. Vocês precisam comer, pelos mesmos motivos, saem pelos mesmos motivos, se envolvem com pessoas, compram, vendem, trocam. Nós não fazemos nada disso. Não vivemos nesses termos e nessas condições.

Bom, então, o que vocês fazem Elohim? - Vos enviamos mensagens (risos). Obviamente, nosso viver se estende a muito mais do que isso. Mas tudo o que dissemos aqui é para que entendam que todas as coisas são perfeitas, conforme a ocasião em que elas precisam ser vivenciadas. E no final, o que temos? A expansão, o alinhamento, a evolução de todo Ser.

Pode parecer bastante trágico para vocês alguém dar um tiro na própria cabeça, envolvido pelo sentimento de: Chega, isso aqui não dá mais pra mim! Mas, afirmamos que depois de certo tempo tudo isso para o ser terá passado e haverá um recomeço. Nada é para sempre, nem vossos momentos de sofrimento, nem vossos momentos de alegria. Cabe a vocês potencializar aqueles que vos convêm e estender os sentidos que as coisas boas provocam, a fim de que as estendendo, elas ganhem novos sentidos e atraiam novas circunstâncias a gravitarem nesse mesmo eixo de bem-estar. É vossa tarefa.

Contudo, reconhecemos a preocupação em relação ao suicídio. E muitos são os que desembarcam nos portos astrais sem a devida bagagem e não sabem o que fazer quando chegam lá, depois de encerrarem esse capítulo da vida propositalmente. E isso varia de Ser para Ser. Há quem chegue mais lúcido e há quem chegue terrivelmente perturbado. Mas, a grande surpresa para a grande maioria dos que cometem isso é que, ao encerrarem aí, levianamente imaginam que acabou. Finalmente conseguiram fugir da vida.

Mas, sempre que fecharem os olhos, garantimos, os abrirão de novo. Mesmo que ao abrirem não estejam em vossos leitos, em vossas casas na Terra. Porém, todos os olhos que se fecham pela morte do corpo físico são novamente abertos em outra dimensão e realidade. E, adivinhem! Continuam sendo vocês. Com os mesmos conflitos que vos levaram a apertar o gatilho, tomar o veneno, pular da ponte ou de um prédio. Continuam com vossas mesmas pendências e obrigados pela Lei da afinidade e pelo livre-arbítrio a terem que carregar sobre si mesmos o vosso desalinhamento. Simplesmente nada daquilo que pensam que será mudado após o suicídio, mudará. (...Continua na parte 02)

Elohim através de Vinícius Francis 
Você pode compartilhar esta mensagem, contanto que respeite os créditos do autor e da fonte (blog). Direitos Autorais: © Vinícius Francis, 2016

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