domingo, 15 de março de 2015

Eu sou o sentido que dá sentido à minha vida


Nós somos seres de tantos lados, características, sensações! Somos um Universo de muita riqueza e diversidade. E assim como a criação do cosmos é vasta, nós também, em nossa natureza, naquilo que habita em nós. E quando falamos de espiritualidade, obviamente falamos de Bem, crescimento, expansão, felicidade. Claro que o nosso objetivo é ficar Bem, é vibrar positivamente, é se alinhar com o que queremos, com quem somos, com quem Deus é em nós. Sim, este seria o objetivo, a nossa intenção profunda.

Estudamos, lemos, aprendemos porque queremos ser melhores, porque desejamos nos sentir melhores com quem somos, com o que a vida é. Visto que quando temos conhecimento, dotamo-nos de ferramentas para saber lidar com o que acontece na vida e em nós. Bom, a ideia é essa pelo menos! E caminhar nesse sentido, procurar aprender e almejar subir nos degraus da evolução e expansão da consciência já é um considerável passo.

Agora, e quando perdemos esse bem-estar, ainda que momentaneamente? E quando o nosso sorriso se vai e aquela alegria intensa se apaga como a chama de uma vela, quando é surpreendida por um forte sopro? É possível encontrar o Bem aí, nessa situação? Sim, é possível. Desejamos estar sempre alegres e festivos, mas, é fato que precisamos assumir uma coisa: Nem sempre estaremos lá nas alturas em elevadas frequências de bem-estar e alinhamento com quem somos. Até porque se realmente fôssemos assim... Ah se realmente fôssemos assim! Eu só posso exclamar quando penso na ideia de sermos sempre assim! Ou pelo menos a maior parte do tempo, sim, estar bem a maior parte do tempo é uma conquista gloriosa.

Porque se conseguimos alcançar as prateleiras mais elevadas durante a maior parte do nosso dia significa que eliminamos muitas das desculpas, resistências e reações, ante à realidade e seus contrastes. Isso é um grande passo. Mas, mesmo dando esse passo, vez ou outra, nos depararemos com um momento de desconexão. Bom, eu passei por isso nas últimas horas (risos)... Sim, eu passei. Confesso que eu sou uma pessoa feliz, alegre e de bem com a vida. E desde que me dediquei a servir à luz (verdadeiramente) em parceria com grandes energias não físicas, tenho sido uma pessoa que sorri e brinca com a vida durante a maior parte do tempo. Sim, eu sou grato por ter alcançado esse estado, um mérito que veio após um real compromisso comigo e com a vida em mim.

E olha, quando a gente faz isso, a felicidade vira nossa amiga de verdade. Ela é minha amiga e parceira sempre. Ela tem andado comigo e essa parceria, feita há alguns anos de uma forma realmente sincera preencheu minha vida com um sentido que tirou o sentido do que acreditava que tinha sentido até então (risos).... E o que tem sentido sou eu. E quando eu descobri isso, aí tudo mudou realmente, dentro de mim.

Mas, eu passei por esse momento de desconexão brusca. Foi rápido, não durou nem uma hora, mas eu senti a separação dolorosa entre mim e a fonte em mim. Senti como se eu fosse um balão murchando lentamente até esvaziar. E isso, porque, por instantes, eu tirei os olhos de mim e da força em mim que me faz sorrir e os coloquei lá fora. Daí, a expectativa errada me fez esperar o errado, me fez contar com o que não viria (pelo menos naquele momento) e eu sofri a frustração. E foi de uma vez, o que foi mais interessante. E num dia que foi lindo, de passeio, onde fiz compras (adoro, quem não gosta?), na companhia da Márcia Diniz, minha super híper mega amiga do coração. Enfim, foi um dia muito especial. E mesmo nesse dia lindo eu me separei de mim mesmo, assim, de repente.  

E quando senti essa dor de estar afastado do meu melhor, meu ser começou a gritar dentro de mim: Eu quero o meu sentido de volta! Onde está o meu sentido? Cadê o Vinícius que tem a habilidade de expressar sorrisos constantes com uma alegria de ser que é tão ímpar?

Bom, ele me deixou porque eu o deixei. E foi dentro de um restaurante. Meu melhor se levantou da cadeira e foi embora, só que ele me deixou lá. E quando a gente tira os olhos dele e fica sem sua presença, começa a afundar. E ao me sentir afundando, eu me recolhi dentro de mim, me calei, e no profundo do meu ser eu fui me procurar.

E eu ainda estava lá com toda essa alegria que eu sou e que eu sinto naturalmente. E disse a mim: Ei, volte, eu preciso de você! E como eu o trouxe? Escrevendo isso pra vocês. Fiz como a ostra, que ao ser agredida por um grão de areia, libera uma substância chamada madrepérola. Esse quando um corpo estranho invade a ostra faz a mesma produz a madrepérola para se defender e é assim, justamente através dessa invasão, incômodo e desconforto que a ostra cria a pérola. Lindo isso né?

E quando eu senti esse incômodo, esse grão de areia invadindo a minha concha interna, resolvi fazer dele uma pérola, resolvi fazer desse momento uma joia, um tesouro. E ao criar essa pérola o desconforto me deixou.

Os momentos de desconexão são importantes para percebemos o quanto o nosso mundo precisa valer a pena pra nós, o quanto a nossa vida e quem somos precisam valer a pena pra nós. E só quando isso é real e verdadeiro temos plena felicidade. Meus sorrisos, meu jeito brincalhão e espontâneo, meu comportamento falador de bobagens, que tira sarro de tudo, não vem do que acontece lá fora, seja de bom ou seja de maravilho, definitivamente não é por isso. Ele vem do meu mundo, aqui dentro, vem da verdade que eu sustento e se eu abraço isso em profunda aceitação, aí sim, tudo tem sentido.

Quando eu olho pra isso com olhar de amor incondicional, recebo a mim mesmo em meus braços de afeto e consideração, respeito, amparo, força, motivação e apoio. E se isso é feito, então, há felicidade. Isso ficou tão mais forte em mim através dessa experiência! Ficou tão mais vivo e pleno! Quando nos sentimos mal, seja por qual motivo for, entendemos realmente a importância de ser feliz. E mais, compreendemos que para isso é necessário que estejamos ao nosso lado e ninguém será mais importante em nossa jornada do que nós mesmos. Como é bom saber disso! Como foi bom e importante passar por isso! O que vale a pena está dentro de mim, é isso o que me preenche. E é só quando eu resolvo externar quem sou, que sorrio com sinceridade. Eu sou a alegria do meu mundo e nada é mais gostoso de descobrir e redescobrir do que isso.

Que isso te abençoe, que isso te faça perceber o mesmo que percebo dia após dia. E é percebendo isso que fazemos tudo ser especial. Faça dos momentos de desconexão oportunidades para criar suas pérolas. E use-as para fazer uma linda joia, faça um colar e com ele, adorne o seu espírito.

Seja feliz!
Vinícius Francis 

Por ter conquistado o verdadeiro sentido de viver em minha vida é que desejo compartilhar com você da ciência que transforma o nosso viver. E por isso elaborei materiais a partir da inteligência e sabedoria de guias não físicos que comigo reescreveram a história da minha alma, que podem sim, ajudar muito a sua caminhada, com ferramentas e conhecimentos funcionais. Se você deseja conhecer mais cada um deles e seus temas diversos, clique na imagem ao lado. =] 

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