sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

A felicidade sempre esteve presente


Engraçado que eu procuro sempre cumprir uma programação acerca dos textos, mensagens e vídeos (áudios), porém a verdade é que eu nunca consigo. Porque às vezes eu estou durante o dia refletindo sobre a vida (o que acontece sem parar) e sinto vontade de escrever sobre algo, aí acabo interferindo na minha programação. A inspiração pra esse texto de hoje fluiu assim que eu me levantei, estava cuidando dos meus bebês (de quatro patas) e as coisas vinham a respeito de passado, futuro e o presente, que apesar de ter um nome que nos lança fortemente no agora, costuma ser o tempo mais distante de nós.
E como eu sou uma pessoa movida por abundante inspiração (graças a Deus), resolvi deixar aqui o fruto da que foi soprada sobre mim hoje. 

Costumamos ser muito nostálgicos ou demasiadamente ansiosos, mas pouco presentes, infelizmente. A nossa saudade do passado é forte e a nossa expectativa por determinado futuro, nem se fala! Tudo isso porque vivemos em função de sonhos ou de ilusões com o que se foi. Parece que tentamos viver o presente para nos compensar de um passado não aproveitado ou bem vivido, mas que não soubemos dizer adeus.

Daí ficamos aqui, sendo o reflexo de um que se foi e a sombra de outro que talvez virá. No entanto, pouquíssimas vezes somos e estamos naquilo que o presente pode nos oferecer. Tanto é que costumeiramente olhamos para trás, nos lembramos de uma determinada época de nossa vida e exclamamos “Ah, eu era feliz e não sabia!”. E pode ser que na época a gente nem achava que era feliz e certamente porque estávamos imersos justamente nesse problema que eu estou falando aqui, de sempre estar lá na frente ou lá atrás. Daí o momento em si fica chato porque não “estamos” nele.

Esperamos que ele se transforme em passado para então, conseguirmos enxergar a beleza que ele tinha, a alegria que ele carregava. Tudo porque somos peritos em sentir saudade e encontrar importância nas coisas que se foram ou nas coisas que estão por vir, todavia somos deficientes em achar toda essa beleza agora, nesse exato momento. Nunca está bom, nunca estamos satisfeitos de verdade. Sempre tem que faltar algo, sempre estamos carentes de algo que não temos mais ou que ainda não possuímos.

E com isso o sabor da vida se compromete e passamos a viver em função de prazeres que se foram ou nos entregamos à expectativa fervorosa por um futuro melhor, para nosso empenho e frustração de hoje valerem a pena de alguma forma. Mas a grande verdade na maioria dos casos é que chegaremos lá com saudade desse hoje. É, deste mesmo que estamos vivendo, mas que não paramos para perceber o quanto ele é abençoado e recheado de coisas boas.

A grande verdade que isso nos mostra, tanto na nostalgia quanto na ansiedade pelo futuro, é que almejamos por demais a felicidade, no entanto não nos damos conta de que ela está presente conosco o tempo todo. E a velha frase confirma isso “Eu era feliz e não sabia”. Sim, sempre fomos felizes, sempre estivemos felizes internamente, contudo a nossa ânsia pelo amanhã e frustração (ou quem sabe apego) pelo ontem tira a nossa percepção do Agora. E é nele que está todo sabor da vida e toda boa projeção para um futuro cada vez melhor.

Sem essa presença e percepção energética nosso poder fica comprometido. Como vamos criar uma vida feliz se parte da nossa energia está presa lá atrás e outra parte está tentando trazer o futuro desesperadamente? Como vamos atrair o melhor se o contentamento que o atrai precisa ser sentido, vibrado, assumido e vestido agora?

Pois é, e o que vamos fazer a respeito? Vamos parar com essa mania de nos prender lá atrás ou nos lançar forçosamente pra frente? Precisamos, eu diria. Porque a nossa vida na Terra está passando. Vixe, nem é bom falar de tempo porque os desesperados e ansiosos se sentem ainda pior com essa ideia de “Minha vida está passando e eu não estou curtindo”. Não estamos curtindo porque não permitimos, é só por isso. A casa que ainda não temos, o sucesso que ainda não alcançamos, a riqueza material, o relacionamento que ainda não veio ou toda alegria vivida, amores e os desfrutes de outrora não nos impedem de experimentar agora mesmo a plenitude da felicidade e do bem-estar que reside na essência do nosso ser.

Porque quem nos confere o sentir pleno do Bem é o nosso espírito. E ele está aqui agora, ele sempre esteve aqui. Nós é que não costumamos estar presentes. E é preciso a união do arbítrio com a essência do Eu superior para que haja verdadeiro contentamento. Eu sei que você quer alcançar muitas coisas, eu também quero. Tudo isso é lindo e deve sim ser cultivado, afinal nossa vida é feita de sonhos. No entanto, o desejo de realizá-los não deve se sobrepor à alegria de viver no hoje. Da mesma forma as boas lembranças podem aquecer nosso coração às vezes. Mas não podemos fazer delas o nosso combustível para viver. Tampouco usar frustrações de um passado mal vivido para nos agarrarmos às lamentações e assim nos enfiarmos numa busca frenética por algo que compense isso agora ou lá na frente. 

É nossa missão encontrar os tesouros do Bem hoje. Neste dia, Deus já colocou tudo o que você necessita para ser feliz em suas mãos. O seu presente, se você souber observar, já tem muitas  coisas que merecem sua atenção, gratidão, alegria.

Então faça delas a sua força de propulsão no Bem. Um futuro feliz e realizado é vivido por uma pessoa que soube desapegar-se do passado e levar consigo preciosas lições do mesmo. Ao mesmo tempo em que escolheu ousadamente desfrutar do presente e absorver dele todo Bem que oferece. Pessoas felizes são as satisfeitas, são aquelas que sabem transformar qualquer experiência numa fonte de alegria e bem-estar, porque elas sabem que a conexão com a plenitude está nelas em relação às coisas e nunca nas coisas em relação a elas.

Faça um favor a si mesmo, largue tudo, o passado, o futuro e vá buscar agora os motivos para sorrir e para vibrar que você vivia procurando no ontem e no amanhã.

Seja feliz!
Vinícius Francis

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2 comentários:

  1. Palavras de reflexão para o agora que negligenciamos em função do que já foi e não voltará ou do que nem sabemos como há de ser. Viver o presente em sua totalidade é questão de hábito e remete à constante gratidão de simplesmente estarmos vivos para caminhar nesse agora que amanhã será ontem.

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    1. Conceição gomes 14 de fevereiro /2015-23.16 Tudo o que hoje sou, é simplesmente ser na quilo que sinto é a felicidade ,o amor que sinto em mim mesma.
      Sei que a refleção das palavras soam quando as oiço dentro de mim mesmo que eu veija desmornar-se muitas coisas á minha volta estou sempre presente naquilo que sou e acredito. Não adianta abarrotarmos com desnesseçário

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