domingo, 18 de janeiro de 2015

Prosperidade, um dom de Deus. Você sabe exercê-lo?


Prosperidade...
Como as pessoas desejam isso na vida delas! Claro, prosperidade abre portas de oportunidades múltiplas. Quem tem prosperidade tem acesso à muita coisa que sem ela, passa longe!

No entanto, para se ter uma vida próspera é preciso mexer nos padrões mentais, no ego. É preciso rever um bocado de conceitos. No entanto, infelizmente, a maioria dos seres humanos se recusa a fazê-lo. A famosa zona de conforto é uma das responsáveis pela estagnação financeira na vida das pessoas, porque imersas nela as mesmas perdem a motivação pelo novo, a coragem, porque se agarram àquela crença antiiiiiga, de: Melhor o pouco do que nada.

Ou seja, melhor viver na mediocridade do que tentar o diferente e quebrar a cara, e quem sabe, ficar sem nada no final das contas. Essa é a cabeça do brasileiro, da maioria, eu digo. Mas daí fica simples entender a questão, porque se a pessoa se arrisca na vida já com medo de dar errado e ainda por cima com a mentalidade pobre e limitada acerca da vida, com certeza, vai dar zebra. Nada vai dar certo, porque o ego, segura, impede. Mas por que ele faz isso? Pra segurar a pessoa na zona de conforto. Porque nela se vive em mediocridade, no pouco. Mas tem um “prêmio” de compensação para ele (o ego) nisso, visto que no pouquinho, naquela vidinha mais ou menos não existe tanto a necessidade de se transformar, de se inovar, de crescer.

Afinal, se eu conseguir aquele pouquinho e me contentar com ele, pronto. Eu paro o movimento, eu me paraliso pra manter aquela vida "meia boca" que criei. E com isso, eu não busco novos horizontes, não preciso investir, não preciso ousar, não preciso tentar, logo não me expando. E parece confortável isso, a princípio! Com o medo de dar errado, eu opto por nem tentar! Pelo menos na vidinha pequena eu tenho o básico, pelo menos nessa parte estou suprido, então, é melhor eu ficar quietinho aqui mesmo, até porque muitos tentam e não conseguem, né? E assim seguem as velhas desculpas esfarrapadas. Desculpa de gente covarde.
Pensamento de pobre. E infelizmente ainda se vê esse tipo de comportamento no meio espiritualista.

Pessoas amarradas ao medo, desencorajadas interiormente porque são massacradas pela opressão que fazem em si por manterem crenças pobres e conceitos sobre a vida que as submetem ao fracasso. Fracasso esse que começa dentro. Na dificuldade de auto gerência, no vitimismo, coitadismo, sempre se pondo lá embaixo, sempre se negativando. Com medo desse, daquele e da sociedade toda. Com medo de ser, com medo de ter, com medo de tentar! A serviço constante do ego, cultivando pose, aparência, porque não pode vacilar, pois os outros vão criticar, vão apontar o dedo. E o ego, claro, não quer isso! E pra não viver essas coisas, o indivíduo se segura, se reprime, se impede.

E a vida reage como? Fecha os caminhos, limita as possibilidades, faz tudo dar errado. Pior, as coisas sequer ocorrem. Porque é tanta força negativa em cima, de medo, que não há passos em direção nenhuma. Mas quer mudar a cabeça? Não. Quer se transformar e tirar o ego do comando? Não. Quer ser mais flexível? Não. Quer ousar e acreditar que pode ter mais e ir em busca disso? Não. Quer parar de mimo e má vontade? Não. Quer cortar a vaidade e dar a cara a bater no mundo, mostrando logo quem é sem medo da crítica? Não. Quer enfrentar a opinião pública? Não. Quer desafiar os conceitos sociais ultrapassados e antiquados? Não. Quer se expor? Imagina, de jeito nenhum! Porque o orgulho é do tamanho do Cristo redentor! Mas quer prosperar, ir pra frente e realizar sonhos.

E a pessoa não entende que todos esses comportamentos são frutos de uma energia mal administrada, polarizada no eixo negativo. Prefere viver na vibe do frouxo, dependente, carente, fraco, medroso. No entanto a vida está passando, as coisas paradas e a frustração come solta e desembolada. Fazer o quê, né? Paciência! A cara não queima pra ver que está fazendo papel de ridículo! Brega, bancando o barango do terceiro mundo. 

Você escolheu viver no pouco no momento em que se fechou dessa forma e se agarrou aos ramos do rio, impedindo-se de fluir na vida, por puro medo.
Seus conceitos criam seu destino. Seu desrespeito por si e pelos outros te afunda. Seu próprio demérito interior e o mesmo demérito que costuma levar para a relação com os outros e com o meio social das "trocas", te ferra, te limita, te segura. Tem dó de gastar dinheiro, tem dó de pagar, tem dó de doar, tem dó de emprestar. Segura, segura, segura! Mão de vaca. E quer enriquecer! Só que a ficha não cai que rico precisa investir. Não pensa nisso, claro, só quer segurar pra não ficar sem. E não vê que está, com isso, segurando a prosperidade.

Acredita que tudo está caro. Desrespeita trabalhadores da luz, querendo que os mesmos doem sua vida, talentos e inteligência mediúnica de graça, como se estes não fossem também humanos com necessidades normais e naturais desta vida física. Espiritualidade, para alguns, não pode andar junto com dinheiro, não se pode cobrar pelo trabalho de luz sobre a Terra. Tudo pensamento reptiliano, pobre, dominador, perverso! 

Vampiros que querem só receber, tirar proveito de tudo e de todos, sem precisar dar nada em troca. Pois quem é próspero reconhece no outro o seu direito divino de receber pelo que faz. E mais, o abençoador o faz deliberadamente porque a positividade e energia divina nele reconhece o Bem no outro. Me desculpe, mas se você não vê assim é porque não respeita nem a si mesmo, tampouco o outro. Uma coisa é não ter pra trocar, até aí tudo bem! Agora, criticar e julgar, é feio né? Somos um Todo só. Somos uma só onda vibrando. Por isso não se cria prosperidade infligindo o direito divino do outro de ser abençoado. Mude sua crença e mudará a sua vida. O próspero é abençoador. Claro que isso também é muito da pessoa que se sujeita à tais situações, refiro-me aos médiuns e pessoas que vivem pra fazer o Bem. 

Um dia eu fui assim e graças a Deus não sou mais. E todo mundo com quem trabalho entende e respeita essa troca, porque eu me respeito e levo isso adiante. Cria-se uma relação harmônica, pacífica e que produz frutos lindos. Só tenho lidado com gente boa, do Bem, realmente afim de crescer e se iluminar. E tudo isso é fruto da verdadeira prosperidade que hoje cultivo. O Bem atrai o Bem. E só tenho colhido bons frutos nessa área e conhecido pessoas fantásticas. E antes? Antes era tudo diferente, nem meu cabelo me respeitava, era rebelde, dava tanto trabalho! Hoje ele se converteu e virou outro. E cabelo próspero é um cabelo comportado e sem frizz, fala a verdade? 

E então, vai alterar os padrões internos para realmente viver em prosperidade?
Do contrário passará a vida comendo os farelos das mesas dos mestres, como disse Jesus. Eu não, larguei farelo, larguei os farrapos. Sou digno de me sentar à mesa e cear com o meu Senhor, pois eu e Ele somos Um. Assumo o meu lugar em Deus e me abençoo com tudo o que Ele tem. Inclusive com sua espiritualidade, com seu padrão energético positivo, justo, sábio e acima de tudo, respeitoso para comigo e os demais à minha volta.

Ei, você aí, vê se evolui de verdade! Ao invés de ficar vibrando ilusoriamente por uma nova era, experimente ser um cidadão dela, com crenças renovadas e realmente estabelecidas nos padrões divinos. E aos cidadãos de uma nova era justa, plena, de luz e Sabedoria do alto, prossigam em sinceridade, crescimento, humildade e claro, verdade. Sem julgar os outros, porque vejo tanto espiritualista meia boca fazendo isso por aí! Coisa de pobre mesmo né? Quem julga é porque não respeita. Quem respeita, se abre ao melhor porque só vê o melhor dos outros. Afinal, o mal do outro terá de ser resolvido com ele mesmo. Cabe a nós, cuidarmos do nosso próprio mal, da nossa desarmonia interior e enfim, crescer. Isso é ser espiritualista, isso é ser próspero e rico, isso é ser verdadeiro.

Seja feliz,
Vinícius Francis 

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Um comentário:

  1. Concordo com tudo, Vinícius! E estou batalhando para corrigir todas as minhas crenças que podem atrapalhar a minha atração da prosperidade. Achei engraçado vc dizer sobre o seu cabelo, pois notei que o meu também mudou pra melhor! Acho que alcancei o aprendizado que o cabelo difícil de lidar me propunha.
    Um abraço!

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