sexta-feira, 25 de março de 2011

O silêncio da alma




Ouvimos o seu chamado e nos reunimos neste monte, a fim de responder sua vibração lhe enviando energias de Amor. No silêncio está o amor, procurem o silêncio, ele é um estado de permissão. Os barulhos são como as resistências, eles desviam nossa atenção, por isso o silêncio abre as portas do amor e no amor existe a conexão e junção de tudo. Neste plano em que vivemos, buscamos o silêncio, é ele quem faz com que vibremos intensamente. O silêncio pode ser um remédio para a alma, ele pode curar até o corpo, pois quando a alma se cala e o coração também se aquieta, as energias cósmicas divinas percorrem o ser. O silêncio é o primeiro passo para uma concentração adequada, por conseqüência vamos silenciando tudo em nós até que somente nossa vibração seja sentida. É como as batidas do coração, somente conseguimos percebê-las quando aquietamos nosso corpo. Assim também funciona com nosso eu em conexão com a fonte, quando nos aquietamos, dentro de nós, podemos ouvir a suave canção da alma que por incrível que pareça é entoada em profundo silêncio. Vivemos agora em um plano onde o silêncio é cultivado e respeitado, quando lhe “falamos” trabalhamos o silêncio em nós e nos falamos em vibrações. Apenas as vibrações pulsam, nada mais em nós vivencia tal experiência.


Calamos-nos em pensamentos e em palavras e deixamos que o fluxo de nossa energia fale e pulse em sentidos vibracionais até que gere um campo em nossa volta, capaz de captar sua energia, que de longe nos chama de uma maneira ansiosa, mas podemos senti-la suavemente. O silêncio quando cultivado de forma interna, faz com que as vibrações desta conexão se realizem de modo tranqüilo e pacífico. Nada é difícil como são ensinados, conversar conosco é tão ou mais fácil do que falar com seu vizinho, uma vez que a linha de conexão se encontra dentro de nós. Esta linha é nossa célula espiritual, é nossa partícula-fonte, herdada por todos. Esta partícula em nós é nosso quinhão com Deus. Somos nós em conexão com Deus, nos mostrando que somos um, sempre um, divididos em infinitas centelhas de vidas que se espalham neste vasto tapete universal. Haja Luz!
Elohins por Vinícius Francis

Texto para meditação:
Como o silêncio é precioso e tão pouco cultivado por nós! Se soubéssemos que o no silêncio existe a arte da permissão, cura e paz passaríamos mais tempo conosco, quietos, longe das discussões, do stress e da murmuração que somente arruínam nossa vida.


Vivemos em um mundo onde o barulho está por toda parte, é difícil nos encontrarmos num lugar onde há silêncio e quando isso acontece sentimos uma enorme paz. Esta é a causa de muitos estarem abandonando as grandes cidades para viverem nos campos, interiores ou sítios, elas buscam paz e sentem que a ausência de um extremo barulho, lhes traz isso.


Mas, ainda mais do que isso, existe outro silêncio, muito menos cultivado e talvez o mais importante, o silêncio total em um estado de meditação, onde encerramos nossos pensamentos e emoções, a fim de nos conectarmos com nosso eu para sentir a vibração do Universo. Ao praticarmos a meditação, nos colocamos num estado de permissão. Eliminamos as resistências quando escolhemos por alguns momentos, abandonar nossos pensamentos.


A prática deste simples silêncio traz benefícios para o corpo e a alma. Uma vez que somos invadidos pela energia cósmica do Universo, nos sentimos melhores, mais calmos, mais amorosos, mais atenciosos e dispostos. É como se estivéssemos orando a nós mesmos em profundo silêncio, ouvindo o nosso próprio eu, pulsando em nós. Talvez o maior benefício da meditação seja a alegria que alma sente em saber e sentir, no seu mais profundo íntimo, que está viva.


Nossos amigos nos mostram através de suas próprias experiências o benefício da meditação. 


Ensinam-nos a fazer o mesmo e possuir resultados tão satisfatórios quanto o deles. É bom lembrarmos que os Elohins são seres cósmicos criadores da forma física de tudo o que existe, então, são um ótimo exemplo de criadores de sucesso. Seja você também um Criador de sucesso em sua própria experiência.

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